2.02.2008

Deus existe?

Sim o Deus dos Judeus existe.

Eu sei porque quando estava aflito e sobrecarregado chamei por Ele e Ele revelou-se.

Demonstro arrogância? insensatez? Olha q não. Olha para ti.
Tu que não O queres conhecer nem O queres procurar, o que é que demonstras então?

É verdade, eu sou testemunha que o Deus Yahweh se dá a conhecer àqueles que O buscam de todo o coração.

Podem dizer, como dizem hoje em dia, q foram os homens que inventaram cada um o seu deus.
Mas eu descobri que foi o Deus de Yeshua quem criou o homem.

Pareço arrogante, pareço tolo? E tu? Olha para ti que vives esta vida inteira sem te dares ao trabalho de procurar saber o que há para além do que se vê. Quem é o tolo?

Podem dizer, como dizem hoje em dia, q existem explicações científicas para as experiências religiosas e as epifanias, mas só nós (e o Deus de Abraão) sabemos o que experimentámos.

Se me derem uma explicação científica sobre o que aconteceu quando me encontrei com o Deus de Moisés (ou melhor, quando Deus se deixou encontrar por mim, assim como ele quer deixar-se encontrar por ti) e essa explicação concordar com o q eu vi/senti/passei, óptimo. Senão, não vai funcionar como explicação, porquê, obviamente porque não concorda com a experiência: e eu conheço a Verdade.

Pois conheço.

Agora alguns dizem: "és arrogante", "pensas que és o dono da verdade".
Eu digo: não sou nem penso que sou. A Verdade não é minha, é de quem quiser e estiver disposto a lutar por isso.

A Verdade é o Deus que ressuscitou aquele que foi assassinado pelos líderes religiosos.

A Verdade é a Sabedoria que nos é revelada nos evangelhos e está oculta aos Judeus que não se convertem e oculta aos que não crêem.

A Vida Eternal está no Cristo de Deus - o cordeiro consagrado para Sacrifício - e quem a quiser tem que comer a carne dele.

E pensam:
"Ele memorizou isto, está a falar de cór, está a recitar".

Eu digo:
Eu falo do que tenho visto e ouvido. Se ainda não vistes nem ouvistes isto: em que planeta tens vivido? E se já ouvistes, porquê que não acreditaste?

Se eu digo isto é porque me foi dado saber quando passei a porta que é difícil de passar. Aquela porta que maioria prefere ficar do lado de fora e dizer: "a porta não existe" ou então "não há nada do outro lado" ou mesmo "não vale a pena tentar".

Pois eu, na graça trazida pelo Mensageiro do Pai, sei q a porta existe (sei porque entrei) e a porta é Ele mesmo, o Senhor Jesus Cristo. Eu passei a porta e agredeço a Deus ter-me deixado passar e ter-me trazido até ao Filho.

Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aqueles a quem o Filho O revelar.

Quem quiser passar a porta que é o Senhor Jesus e quiser ver o reino de Deus q está do outro lado e está no meio de nós pode vir falar comigo ou então procurar uma igreja evangélica (bem aventurado se encontrar uma das boas) ou começar apenas por ler a bíblia que é o caminho mais seguro.

Sim a bíblia.

A bíblia é a palavra de Deus escrita por homens e que Deus providenciou que chegasse até toda a humanidade em todas as línguas para que ninguém no dia do Juízo possa dizer: "Não sabia..."

Quem morrer sem conhecer o Evangelho será julgado pela sua própria consciência, como Adão; Os que ouvem e não crêem são julgados por isso mesmo: não creram no Filho de Deus.

Sim o Juízo de Deus existe e está próximo, mas não são julgados os q passam pela porta estreita, os que seguem o caminho largo, e são muitos, seguem em direcção ao abismo, os que se atrevem a remar contra a corrente são os que têm mais hipóteses de se salvar.

O Cristo prestou um serviço à humanidade ao ter dado o seu sangue de DNA puro para curar os homens da morte q Adão contraiu.

Sim, é DNA puro porque Jesus não nasceu de homem e portanto não descende de Adão. Foi colocado no útero de Maria já feto.

Assim Jesus é homem e Deus: nascido da mulher mas sem pai terreno. E quem pode dizer que pecou? Isto é, quem pode dizer que cometeu algum acto contra a sua própria consciência? como todos nós fazemos por preguiça ou ganância?
Por isso a morte não O pode deter mas mata o nosso corpo.

Eu sei isto porque eu conheci-o e quem o quiser conhecer tem que crer, tem q se arrepender e perder a própria vida.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigénito para pagar a dívida da humanidade; esta dívida que continua a acumular para uns, mas que já está paga para aqueles que aceitam a dispensação de Deus dada de graça a todos os que crêem.

Inacreditável?
Maravilhoso?
ou ilógico?

Onde estás tu, ò arrependido?

Os homens mataram-no mas Deus ressuscitou-o e nunca houve outro profeta ou mestre assim.

Yahweh abençoe.

4 comentários:

CS disse...

As palavras só conquistam aquilo que está conquistado, muito menos se são palavras repetidas por ao longo de séculos. Mais do que o artificialismo das palavras e das perguntas, talvez o que as pessoas procuram mais do que ouvir revelações é sentir as revelações.Para isso, talvez mostrando a vida, a alegria, a paz que resulta dessa Revelação as pessoas questionem no fim do dia: "Mas de onde vem tal paz, espiritualidade?". E ai talvez haja espaço dentro delas para sentir o que as palavras querem dizer verdadeiramente. Talvez subsitiuir a semântica do discurso pelo humanismo das accoes aproxime as pessoas da mensagem.

Dany L disse...

Concordo com tudo excepto com a parte que diz q as palavras q sobreviveram através dos séculos são fracas para conquistar.
Acho q palavras duradoiras provam a sua força nem que seja para durabilidade.
O facto de as pessoas não "sentirem" as palavras vem do facto de não estarem disponíveis ou, como se costuma dizer, abertas a recebê-las. Ou então pura e simplesmente estão dessensibilizadas como acontece hoje em dia em relação a variados assuntos.
Dessensibilização: que quase que soa a: "perder os senso", o bom senso? Espero que não mas temo que sim.

CS disse...

Todavia palavras que exprimem exactamente o contrário também sobreviveram séculos. A disponibildade ou não é apenas uma questão de protecção. Num universo hostil cm este, a reacção mais natural é a auto-defesa dos estimulos externos, sejam físicos ou psicológicos.

Dany L disse...

Exacto ' mas palavras proféticas hà mais de 2 mil anos ainda hoje se verificam verdadeiras, adicionado ao facto de palavras q descrevem eventos históricos agora mais q comprovados, são palavras q merecem, a meu ver, maior relevância e atenção do que palavras também antigas que descrevem assuntos ou eventos limitados no tempo e no espaço. Mesmo q sejam palavras filosóficas.
Se eu hoje escrever: "Quando o dois elementos se unificam perdendo toda a distinção para se tornar um só, a pluraridade disjunta desaparece para se tornar unidade no limitado universo q incluía os dois." Não mais fiz q pôr em palavras o óbvio q se traduz quase em matemática de palavras. Este tipo de escrita quer sob a forma de palavras apenas ou com representações simbólicas ou numéricas tem sido chamado filosofia, ou retórica ou matemática e é intemporal. No entanto não compete com as palavras eternas e antigas q se aplicam aos destinos da humanidade e as razões da nossa existência.